Genevieve Lefevre
New faces. Khristine x Alex x Genevieve

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Ponto de vista de Khristine Chamberlain

Até que enfim! E chegaram quase ao mesmo tempo! — Falei com um sorriso gracioso. O telefone tocou uma vez. Louis mais uma vez? Nossa! Interessante, ele nunca me retorna ligações. — Oi filho! Se a Gene já chegou? Sim! — Uma pausa, e ele ofendeu Alex pelo telefone. — Louis, tenha modos! Não foi assim que eu te criei. Te colocar no viva-voz? Tá, tudo bem… — Apertei o viva-voz e a voz de Louis ressoou pela sala. — Seguinte vadias, façam o que a minha mãe mandar. E Gene, por favor, mostre a essazinha que você é muito mais bonita e muito mais a cara da Chamberlain. — Arregalei meus olhos e apertei o botão novamente para voltar ao normal. Levei o telefone ao ouvido, já irada. — Espero que o senhor não se importe de ficar sem o namoradinho pelo resto da semana, porque você tá de castigo! Lo-Louis… Alô? Alô? Mas que moleque! — Esbravejei, sem me lembrar da presença das duas garotas. — Me desculpem meninas. Eu nunca consegui segurar a língua desse menino. — Fiquei bem envergonhada com as ações de meu filho. Sempre achei ele muito impulsivo, mas eu conheço o filho que tenho, e sei que ele não é a melhor pessoa do mundo e tem todos esses defeitos, mas ele só quer ser feliz, e se é falando mal dos outros que ele quer ser feliz, tudo o que eu posso fazer é repreendê-lo. — Bem, primeiramente, Alex, gostaria que você conhecesse Genevieve Lefevre. É a melhor amiga do meu filho que você acabou de ouvir. Também lhe peço desculpas caso você tenha se ofendido com o que ele disse. E Gene, essa é Alex, nossa nova modelo. Uma das melhores. O Louis achou que você contrastaria bem com ela em uma sessão de fotos meio amadora. Ele me disse que as vezes você podia parecer muito inocente quando queria, e quando não usava shorts minúsculos que mostravam mais da metade de suas pernas, mas eu decidi não levar em consideração, aquele menino tem uma língua afiada! De qualquer maneira, queremos, eu, ele e Yanka, que não pôde vir hoje, que vocês façam uma sessão de fotos, expressando luz e escuridão, dia e noite, branco e preto. Queremos algo bem oposto, para que as compradoras vejam que podem ter sempre mais de uma opção de beleza. — Sabia que era muita informação para começar, porém, decidi falar tudo de uma vez só. — Mesmo que essa edição da revista é só a do mês que vem… Porém tive um problema com a edição desse mês… Infelizmente a modelo veio a falecer. Era uma edição musical… Por isso quero que vocês cantem duas músicas. A que tiver as melhores fotos cantando vira a capa desse mês. E no mês que vem, as duas vão estar na capa. Já posso visualizar tudo! Vai ser tão perfeito! Fabuloso! — Eu estava eufórica, e Genevieve provavelmente perceberia de quem veio toda a euforia de querer fazer tudo na hora que deseja que eu passei pro meu filho.

Assim que a garota entrou, lancei meu olhar crítico sobre ela. Ela era bonita, e em um relance tinha minha impressão dada. Seu vestido não me agradava, não sou fã de florais, me lembram… toalha de mesa da casa da avó. Seus sapatos também pareciam ser de sua avó, e aquela bolsa não me agradava, mas sua pele, sim, esta era muito bonita, lisa e branca, simplesmente sem imperfeições, e ela… não tinha sardas. Eu tenho sardas na bochecha, que me incomodam de certo modo. Seus olhos eram de azuis tão belos quanto o céu, seus cabelos eram longas mechas de fios dourados, seu rosto era de fato muito bonito, mas… Seu corpo, ela poderia ter um pouco menos de coisas na barriga e mais nas coxas. Ser magra era bom e ter muita gordura na coxa ruim, mas ela parecia exagerar muito nesse conceito já que não dava para diferenciar o começo de sua perna e seu tornozelo… Sem contar que não fui com a cara dela, parecia uma patricinha mimada louca pelo colinho da mãe. Apenas não retribuí o beijo, fiquei parada e com cara de indiferença, torcendo o nariz para ela. Foi quando Louis ligou, o filho mais mimado da história dos filhos mimados. Ele me chamou de “essazinha”? Ah, querido, que vontade de responder algo bem indelicado, mas não podia fazer isso, seria bem pior. Khristine deu as instruções e eu pessoalmente amei, ser o lado negro, sim eu seria esse lado, seria maravilhoso, podia visualizar em minha mente, as expressões faciais que usaria. Na questão daquela competição entre nós duas. Quer dizer, aquilo seria desconfortável, eu não me acho melhor que ninguém, mas decidem ir lá e colocar uma etiqueta bem grande “melhor”, “pior”, o mundo da moda era cruel, e eu tinha que me acostumar, me daria tudo naquilo e se perdesse… Me condenaria de modo tenebroso, me culpar e treinar mais até meus pés sangrarem de tanto desfilar. Era meu sonho! Eu não desistiria dele por nada nem ninguém!  E droga, melhor amiga do filho das donas da empresa é sacanagem né?

Concordei com a cabeça e decidi definitivamente mostrar quem é Alex Walter. - Claro, estou animada para isso. E você Genevive? Tomara que não erre nem me atrapalhe. Vamos logo, tenho coisas a fazer e você também. - disse empurrando a garota pelas costas para fora da sala - Eu cuido dela. - disse rapidamente. Ok, não gosto dela, mas se teria que trabalhar com ela tinha que pelo menos suportá-la sem deixar um ódio crescer. Não seria falsa, falsidade é uma coisa terrível, apenas seria eu mesma, nada mais nem menos. Saí de trás dela, tirando minha mão de suas costas e indo ao seu lado. - Já fez isso antes? - perguntei não muito interessada na resposta, procurando alguém interessante para puxar papo.

A mãe de Louis nos recebe de modo muito simpático, realmente contente por termos aparecido. Não me surpreendo com o modo como Louis falou no telefone sobre Alex, em partes por que já o conhecia muito bem, e em outra pois sabia que ele queria me incentivar em minha “carreira modelística”, embora de um jeito errado; meu melhor amigo era assim, todo boas intenções, porém sempre com um jeito meio torto de demonstrá-las. Me preocupo de início quando Khristine ameaça deixá-lo longe de Sam, mas logo depois constato que ninguem conseguiria impedir meu amigo de ficar longe de quem lhe agradava, então logo fiquei aliviada.

Ouço com atenção tudo que a moça disse, sobre a ideia das fotos. Me agradou bastante a ideia do projeto, todo baseado no conceito de opostos, porém parecia que Alex não tinha gostado tanto assim da ideia de trabalhar comigo… Ela parecia ser tão inatingível e linda, e somente de olhar pra mim já me senti um pouco intimidada, encarando meus sapatos e minha roupa como se eu tivesse acabado de sair de um túnel do tempo, vinda do século passado. Os olhos claros me estudavam fria e calculosamente, como se eu estivesse lá para roubar seu lugar, mas eu ia provar pra ela que não era nada disso. Poxa vida, eu nem sabia do que se tratava antes de chegar aqui! E agora, ia ser capa de uma revista. Muita coisa para se digerir, Genevieve. 

─ Ahn… Estou animada sim. ─ Digo, enquanto sinto-a me empurrar pelas costas em direção à porta, para fora da sala, sentindo um pouco de medo quando ela disse para a Sra. Chamberlain que iria “cuidar de mim”. ─ Não, nunca fiz. E você? ─ Indaguei, a encarando com olhos muito azuis, já sabendo a resposta. É claro que ela já tinha trabalhado como modelo, experiência exalava de seus poros! Mas eu não ia deixar me abater, por algum motivo estranho, queria… Ou melhor, precisava que ela gostasse de mim. 

(Source: louis-chamberlain-blog, via fucking-fuck-motherfucker)

New faces. Khristine x Alex x Genevieve

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Ponto de Vista de Khristine Chamberlain.

Querida, obrigado, mas não hoje… Você parece ter muita experiência, nos queremos modelos cruas. Porém, deixe seu número conosco, entraremos em contato com qualquer oportunidade! — Ela era realmente boa, mas eu não podia contratá-la. Louis já devia ter mandado a amiga loirinha para cá. Ela era muito bonita, e me lembrava de mim quando eu era mais nova. Os cabelos antigamente enrolados, os olhos azuis profundamente sonhadores e bonitos. De certo, para um garoto gay, meu filho sempre soube fazer boas amizades. E boas escolhas de namorado, também. Os únicos dois que o rapaz tivera eram de arrancar suspiros! Nisso ele puxou para Yanka, sempre se apaixonando pelas mais bonitas… Ai ai ai, minha nossa! Olhe a hora. — Mileena, onde está a Alex? Já era para ela estar aqui… Preciso dela para me ajudar a escolher uma nova modelo! — A moça negra com cabelos afro e vestida em amarelo, com um óculos de armação grossa e com a mesma cor, foi chamar a outra garota por minha solicitação.

Como elas demoraram, decidi fazer um lanchinho, é sempre bom avaliar novas modelos com o estômago forrado. Mas nada muito pesado! Acho que uma torrada leve com uma pasta de ervas finas deve resolver até o jantar. Mesmo que ainda são duas da tarde. Ainda tenho mais três horas aqui, e mais três horas de modelos e desfiles para avaliar. Só queria que Genevieve chegasse logo! Peguei meu iPhone 5 e liguei para Louis. — Oi querido. Onde é que você está? — Meu filho me respondia pelo outro lado da linha. — Você vive na casa desse rapaz! As vezes penso que você o ama mais do que ama a mim. — Talvez a culpa de toda a carência dele seja minha, nossa senhora, eu pareço uma criança que não teve o que queria porque fez malcriação. — Ai, tudo bem, não quero discutir. Poderia avisar, por favor, a sua amiga Genevieve que eu e Alex, a modelo nova, esperamos ansiosamente pela presença dela? — Ele confirmou, e eu ouvi alguns sons estranhos. — Use camisinha, filho. — O grito “MÃE” dele pode ser ouvido pela metade do escritório. — Te amo, bebê! — E desliguei, então esperando pelas garotas que não apareciam.

Eu fiquei em casa o dia todo, faziam exatas 24 horas que não dormia, passei todo o meu tempo livre arrumando minha postura, melhorando meu caminhar, estudando vida de modelos antigas e pesquisando tudo das empresas Chamberlain, sabia os modelos de cabeça, datas de eventos, tudo, estava realmente focada nisso. Apesar de ser da opinião de que devemos viver o hoje e foda-se o amanhã, do tipo que ama sair sair na brisa quando são quatro da manhã, eu nunca estive tão centrada em algo, basicamente aquilo era minha vida. Eu fiquei disposta a largar tudo, largar minha vida, tudo que conhecia para ser modelo, passei por coisas horríveis que ninguém merece passar e finalmente consegui. No momento do desespero, estava praticando meu balé. Fiquei 2 anos presa naquela vida ordinária, em pensar que pagaria tão caro pela liberdade… Mas, antes disso eu sabia muita coisa, como garotinha rica, aprendi a tocar muitos instrumentos, aprendi balé e desenvolvi um gosto único pelo desenho. Mas então, um plié depois e uma olhada rápida no relógio e um - Merda - involuntário saiu de minha boca. Estava atrasada. Corri para o banheiro já tirando a roupa no meio do caminho, liguei o chuveiro e sem nem me importar com quanto ela estava gelada. Ensaboei-me rapidamente mas de modo caprichado, sempre lavem atrás da orelha, crianças! E então me sequei, eu tinha conseguido a proeza de não molhar muito meu cabelo, uma vitória! Ou teria de secá-lo. 

Peguei uma saia leve e neutra e uma camisa com alguma frase engraçada, que não dava tempo de ler e coloquei as barras dentro da saia. Um salto preto, um casaco leve, bege e um colar de ouro com uma sapatilha na ponta. Prendi o cabelo num coque alto e frouxo e joguei um perfume da Victoria Secrets. Coloquei meus óculos escuros e peguei a bolsa. Tranquei a porta e saí correndo. Chamei um táxi e paguei o dobro da corrida para ele dar uma de maluco e ir voando. Consegui. Chegando na agência nem olhei para a recepcionista, corri para o elevador e subi. Merda elevador, merda, por que é tão lento? Por que não é como o da fábrica de chocolates? “Plim”, anunciou que meu andar tinha chegado, dei de cara com Mileena. - A Senhora Chamberlain tá te esperando. - ouvir aquilo me deixou com mais pressa ainda. Fui correndo e derrubei alguém com alguns papéis - DESCULPA! - nem tive tempo de olhar que era. Bati na porta e entrei ofegante. - Desculpa… a… de… demora. - falei não conseguindo respirar direito. Por que não tinha comido nada mesmo?!

Que. Dia. Preguiçoso. Ao voltar do shopping com Andrew, fui para casa e passei o resto do dia fazendo absolutamente nada, intercalando minhas horas entre: esparramada no sofá vendo televisão, sentada no balcão observando minha avó cozinhar, regando as plantas no jardim e voltando a ver TV, zapeando por canais aleatórios sem achar nada de interessante, em programas tipicamente americanos. Subi as escadas e peguei o exemplar original em francês de Lés Miserables que estava lendo mais cedo hoje, dentro de minha bolsa que tinha levado para a escola. Sentei no meu banco à janela e me aconcheguei embaixo de uma manta antiga, lendo por horas à fio até soltar o primeiro bocejo. Marquei onde tinha parado de ler com uma pequena orelha na página 344, a deixando onde estava sentada e me dirigindo ao banheiro, tomando um banho rápido. Coloquei um pijama confortável e deitei na cama, adormecendo rapidamente. 

Acordei no dia seguinte ao som de meu despertador, como sempre. Fiz minhas higienes diárias e rumei para meu closet, onde coloquei um vestido floral e de acessórios somente pequenos brincos em formato de sapatilha de bailarina, por achar que por conta do vestido já ter bastante informação, abusar de outros acessórios poderia deixar “too much”, como diria Louis. Amarrei os cabelos em um rabo de cavalo, deixando a franja levemente cacheada solta. Arrematei tudo com um batom bem vermelho e uma bolsa marrom, assim como as sandálias. Desci as escadas e dei um beijo no rosto de vovó, peguei minhas chaves e os óculos escuros de armação branca e saí de casa, dirigindo até a escola. 

As aulas passaram mais rápido do que o normal hoje. Fiquei para os clubes de terça feira, que eram o Glee e Literatura, e quando já estava voltando para casa, senti algo tremer dentro de minha bolsa. Tirei o celular de dentro da mesma e vi que tinha uma mensagem de Louis, dizendo para ir encontrar sua mãe, Khristine, em sua agência de modelos, para que eu realizasse um trabalho como tal. Franzi o cenho, sobretudo confusa. Por que justo eu? Tinha consideração pela mulher, tanto que esse fora o único motivo que me fizera digitar o endereço no GPS e ir até lá. Estacionei o carro em frente ao luxuoso local, entrando nele confiante, porém me acanhando mais à cada instante que via mulheres tão altas quanto eu, porém muito mais longilíneas e magras. Passei as mãos no cabelo e andei até a recepção, onde uma moça negra e muito bonita me atendeu. Primeiramente lhe desejei bom dia, sendo retribuída com um largo sorriso. Perguntei sobre a Sra. Chamberlain e ela disse que já estava a minha espera. Se ela fosse como Louis, estaria uma fera, já. Agradeci e fui em direção à sala de Katherine, encontrando lá a mesma e uma moça alta, de cabelos escuros e olhar penetrante. Fiquei meio desconcertada de estar em um ambiente tão formal trajando roupas tão simples, porém não era de se esperar que eu, Genevieve, usasse algo mais sofisticado do que vestidos florais. Cumprimentei as duas encostando as bochechas nas delas e beijando o ar, sentindo… Alguma coisa quando tinha feito isso na moça desconhecida. Sorri tímida e disse olá, aguardando que a Sra. Chamberlain começasse a falar, seja lá o que quisesse ao me chamar aqui. 

(Source: louis-chamberlain-blog, via fucking-fuck-motherfucker)

Whatsapp/ Louvieve
Louis:Gene, querida, pfvr, vá até a agência da minha mãe. Ou a da minha mãe. Whatever. Elas estão precisando de uma modelo nova, bonita, inexperiente e virgem, a sua cara. xoxo
Gene:O que??? Lou, não sei o endereço, além de que não levo jeito pra isso...
Louis:Se tem uma coisa que eu aprendi é que não se discute com a Xtine, e ela quer você. O endereço é esse aqui [...] Boa sorte!
Gene:Não sabia que a grife Chamberlain era plus size...
Whatsapp/ Louvieve
Louis:Gene, querida, pfvr, vá até a agência da minha mãe. Ou a da minha mãe. Whatever. Elas estão precisando de uma modelo nova, bonita, inexperiente e virgem, a sua cara. xoxo
Gene:O que??? Lou, não sei o endereço, além de que não levo jeito pra isso...
Don’t do drugs, kids.
I’m… I’m the new kid. || Andrew x Genevieve (Flashback

andrew-edwards-rp:

Eu havia sugerido que sei lá, fossemos pra outro lugar, a cafeteria estaria muito cheia naquele horário, principalmente com o fim das aulas. Não que eu tivesse outras intenções em querer ficar em um lugar mais calmo com ela. Mas é que o shopping por exemplo - já que ela mencionou - ele é maior e é mais calmo que a cafeteria depois da aula. “Se você diz, vamos.” sorri e direciono o carro para o caminho do shopping. 

Para nossa sorte, ou para a não sorte, o shopping não era muito longe do lugar onde estávamos, portanto logo chegamos. Estacionei o carro no subsolo e subimos pelo elevador.  

Andrew concordou comigo e o pequeno trajeto restante até o Shopping Center foi silencioso, porém sem tensão. Eu tinha uma boa sensação ao ficar em silêncio com ele; não era como ficar sem falar com o Louis, pois nesse caso com certeza seria por que estaríamos brigados. Meu mais novo amigo parecia apreciar a boa e velha quietude, assim como eu, às vezes.

Entramos no estacionamento subterrâneo e bem escuro, onde uma vaga facilmente foi achada - creio eu que devido ao fato de ser uma segunda feira - e logo depois subimos pelo elevador, que era transparente e muito bonito, nos dando uma visão muito interessante da nossa subida. Coloco a mão no material sem cor e observo como uma criança maravilhada com o primeir floco de neve no inverno, até que ouço o habitual “plim” característico que indicava que já tínhamos chegado ao andar desejado. 

Saímos da cabine metálica andando quase que igualmente, os pés tocando o chão simultaneamente, de um jeito que parecia até meio engraçado. Andamos assim até o meio do saguão, que foi quando parei ao seu lado e indaguei. - Então, o que quer fazer agora? - Perguntei, ajeitando a bolsa caramelo de franjas no ombro, o fitando com olhos muito azuis enquanto aguardava a resposta. 

(via andrew-edwards-rp)

I’m… I’m the new kid. || Andrew x Genevieve

andrew-edwards-rp:

Ela me contou que fui um dos primeiros a saber qual o carro. E eu me senti honrado, pelo menos eu seria lembrando por alguma coisa. “Honestamente, eu me sinto mega honrado com isso.” Falei sem tirar os olhos da pista. Infelizmente não pude evitar de olhar quando ela falou dos filhos. “Serio?” perguntei antes de começar a rir. “Serio? Esses vão ser os nomes dos seus filhos?” Eu sabia que era uma brincadeira, mas foi uma daquelas perguntas meio retóricas. 

Não conseguia saber se ria mais da risada bem bonitinha dela, ou da piada dos nomes. Foram longos segundos rindo, acho que chegou a ser minutos.Josiosvaldo” falei enquanto segurava o volante com força. Do nada uma ideia passou pela minha cabeça. Acho que poderiamos ir pra outro lugar, a cafeteria era um lugar cheio naquela hora, e isso seria chato, mas não era só isso, eu só não sabia um motivo pra não querer ir lá. “Você se importaria de me levar em algum lugar” Me enrolei com as palavras. “Eu queria ir pra outro lugar. Se importa?”

─ Claro, e ai do meu marido se discordar de mim! ─ Brinquei, em tom divertido, preferindo usar a palavra “marido”, no masculino, ao invés de “esposa”. Não sabia o que o futuro me aguardava, e eu tinha acabado de conhecer Andrew para compartilhar com ele minhas incertezas e dúvidas pessoais. 

Ele parecia meio tenso ao dirigir, como se tivesse medo de bater o carro e machucar à nós dois, mas felizmente conseguiu se descontrair com a minha piada dos filhos. Ponderou por alguns minutos como se estivesse em um debate interno, o que se revelou depois quando me perguntou se eu me importava se fôssemos para outro lugar. ─ Imagine. ─ Dei de ombros, não via problema nenhum nisso; teríamos uma infinidade de coisas para fazer em Lima senão uma cafeteria. ─ Que tal o shopping? ─ Sugeri, já que não sabia que tipo de lugar ele queria ir, e num shopping center, teríamos infinitas opções. Se ele quisesse ver um filme, lá teria um cinema; se quisesse comer, a praça de alimentação tinha vários restaurantes e fast foods, entre outras diversas opções que ele demandasse, teríamos algo para fazer. 

(via andrew-edwards-rp)

I’m… I’m the new kid. || Andrew x Genevieve

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A menina comentou sobre o carro da minha mãe e eu sorri um pouco constrangido. Destravo o carro e abro a porta, porém continuo do lado de fora. Ela fala que sonha em ter um carro bem largo, vermelho e conversível. Eu tentava lembrar do carro que ela se referia, mas não me vinha nada na cabeça. Então, do nada, me lembrei. Eu o tinha visto em um clipe de música. “Serio? Isso é tão.. legal. Vou querer andar uma vez.” Entrei no carro, joguei minha mochila no banco de trás e coloquei o cinto. “Você um dia vai conseguir seu carro.” Falei aquilo como uma maneira de apoio. Depois fiquei me perguntando de onde eu tinha tirado aquilo. 

Segurei firme no volante. Coloquei a chave na ignição e tentei me concentrar um pouco. Não podia passar a vergonha de dirigir mega mal com o carro. Ajeitei o óculos e girei a chave. Por sorte, ou técnica somado com medo e pressão, deu tudo certo e logo estávamos a caminho da lanchonete comer e tomar café. “Se acontecer alguma coisa, saiba que tirei carteira recentemente.” expliquei. “E sim, minha mãe é uma maluca de me dar o carro dela.” 

─ Você é um dos primeiros que sabe de que carro eu estou falando, geralmente as pessoas me olham com cara de interrogação e eu tenho que citar a “participação” mais importante do  carro, que foi no filme Christine, o carro assassino, filme muito antigo que praticamente todos já tinham assistido. ─ Comentei, feliz com esse fato, e mais ainda por ele dizer que eu iria conseguir o veículo, e que um dia queria andar no mesmo; usualmente todos que eu comentava o objeto de meu desejo pensavam “O que é isso menina? Você tem um carro moderno e está querendo uma velharia?” mas eu não ligava; aquele design retrô me encantava mais do que o carro mais atual possível, com todas as aparelhagens e conforto que podiam me proporcionar.

Coloquei o cinto e esperei que ele começasse a dirigir, visto que já tinha colocado a chave na ignição. Dou risada quando ele diz que tirou a carteira recentemente e que sua mãe era louca por lhe emprestar o carro para um recém habilitado, mas eu particularmente não achava loucura, era apenas uma forma de demonstrar a confiança que tinha nele; e, além do mais, ele teria que praticar com algum veículo, não teria? ─ Ah não tem problema, eu tenho seguro de vida. Se algo acontecer, Josiosvaldo, Josicreide e o Júnior… ─ Aliso a barriga, como se estivesse grávida. ─ Minhas crianças, já tem um futuro garantido. ─ Caí na gargalhada, até parece que eu tinha filhos, ou chegava até a pensar nisso. 

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I’m… I’m the new kid. || Andrew x Genevieve

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Genevieve sem dúvida era muito simpática. Falo isso não só por ter aceitado tomar café comigo, mas por ter me feito rir, e por ter me contado aquela tremenda curiosidade. Começamos a andar saindo da escola, acho que íamos no carro da minha mãe por isso não me importei. “Não sabia disso.” ri um pouco. “Eu conhecia uma história de que um pastor viu que suas ovelhas ficavam mais espertar quando comiam folhas e frutos do cafeeiro. Ele experimentou o fruto e sentiu maior vivacidade. Então começou a comer o café para resistir ao sono.” 

Continuamos andando e paramos em frente ao volvo da minha mãe. Aquilo poderia parecer vergonhoso, usar o carro da sua mãe cheio de coisas de mulher dentro, mas eu simplesmente não ligava. “É da minha mãe.” Expliquei antes dela entrar. 

Começo a andar ao seu lado, e pelo caminho que estava fazendo, constatei que estava indo rumo ao estacionamento do colégio. Ele comenta que não sabia que o café tinha sido descoberto no país pertencente ao continente Africano e solta um riso baixo e jovial, bem contido, em seguida me contando a história que conhecia sobre o descobrimento do dito cujo, que envolvia ovelhas. ─ Tenho que confessar, essa versão é muito mais legal. ─ Disse, sincera, assim que abrimos a porta da saída e colocamos o pé pra fora da escola, sentindo uma briza nos atingir bem na face. O dia estava muito bom e com um clima agradável, um tempo perfeito.

A caminhada se seguiu e paramos diante de um carro grande e preto, um volvo SUV imponente que se erguia alguns bons centímetros acima da maioria dos veículos ali presentes, que o rapaz me explicou que  pertencia à sua mãe. ─ Pois ela tem muito bom gosto. ─ Comento, com honestidade. ─ Também gosto muito de carros grandes, embora os meus favoritos sejam maiores em largura… ─ Abro os braços, como se indicasse aquilo. ─ Do que eu altura. ─ Encosto a mão direita no teto do carro, por ser bem alta. ─ Meu sonho de consumo na verdade é um Plymouth Fury 1958, vermelho e conversível. ─ Conto a ele, meu desejo quase impossível, devido à raridade do carro, antes de abrir a porta e me sentar no banco do passageiro, ao seu lado. 

(via andrew-edwards-rp)

I’m… I’m the new kid. || Andrew x Genevieve

andrew-edwards-rp:

Vou fazer em primeira pessoa agora porque sim.Eu realmente fiquei surpreso por ela se lembrar de mim, e pelo fato dela ter gostado da minha apresentação. Tenho quase certeza absoluta que fiquei bastante corado quando ela encostou nossas bochechas. “Valeu” falei. “Mas sua apresentação foi bem melhor. Teve mais… mais. Emoção. É essa é a palavra certa, emoção.” falei mexendo as mãos freneticamente, eu tinha essa mania, sempre tinha essas esquisitice quando conversava. Tirei meu óculos e fiquei olhando para o chão. Não que precisasse mas eu comecei a limpa-los com a barra da minha blusa. Esse era o meu jeito de disfarçar quando estou envergonhado, uns olham para o celular, outros brincam com os dedos. Eu limpo meu óculos. “Você toparia tomar café?” perguntei do nada, esperando ela não me achar estranho. 

A timidez de Andrew me fascinava; lembrava muito de mim mesma quando mais nova, alta e meio desajeitada, como se tivesse receio de esbarrar em tudo, acanhada quando estava na companhia de outras pessoas, mesmo que da minha idade, por medo de que me achassem louca enquanto conversávamos; além de que, fisicamente, éramos até que parecidos, em partes. Observo suas bochechas coradas quando lhe cumprimento, e ele elogiar minha apresentação, como se lutasse para achar as palavras para descrevê-la. ─ Nah, todas as apresentações foram ótimas, não diminua a sua. ─ Disse em tom encorajador, sem poder deixar de pensar no ditado popular “Faça o que eu digo mas não faça o que eu faço”, pois era um ato muito “Genevievístico” menosprezar as coisas que tinha feito, ou até a mim mesma, mas odiava quando meus amigos faziam o mesmo. 

O rapaz começa a aliviar seu aparente nervosismo ao falar comigo ao limpar seu lindo par de óculos frenéticamente com a barra de sua blusa, enquanto fitava o chão, sem saber o que dizer ou como agir, silêncio que é interrompido quando ele me convida para tomar um café. ─ Claro! ─ Lhe lanço um sorriso e pego minha bolsa caramelo cheia de franjas do chão, colocando o livro Les Misérables lá dentro. ─ Sabia que o café surgiu na Etiópia no século XV? ─ Comento um fato que tinha aprendido por conta dos anos e anos indo para bistrôs do meu pai depois da aula, sendo um deles que revelava o total fascínio dele pela bebida, com detalhes sutis e sugestivos na decoração como as madeiras em tons escuros e toda a cartela de cores pertencer à família dos beges e marrons, além de alguns quadros nas paredes, com belíssimas fotos tiradas por minha tia; mesma mulher que me incentivara muito no ramo da fotografia e por isso eu tinha me matriculado no curso extracurricular da atividade, por com ela ter tomado o gosto por essa forma de arte.

(via andrew-edwards-rp)



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