
Genevieve sem dúvida era muito simpática. Falo isso não só por ter aceitado tomar café comigo, mas por ter me feito rir, e por ter me contado aquela tremenda curiosidade. Começamos a andar saindo da escola, acho que íamos no carro da minha mãe por isso não me importei. “Não sabia disso.” ri um pouco. “Eu conhecia uma história de que um pastor viu que suas ovelhas ficavam mais espertar quando comiam folhas e frutos do cafeeiro. Ele experimentou o fruto e sentiu maior vivacidade. Então começou a comer o café para resistir ao sono.”
Continuamos andando e paramos em frente ao volvo da minha mãe. Aquilo poderia parecer vergonhoso, usar o carro da sua mãe cheio de coisas de mulher dentro, mas eu simplesmente não ligava. “É da minha mãe.” Expliquei antes dela entrar.
Começo a andar ao seu lado, e pelo caminho que estava fazendo, constatei que estava indo rumo ao estacionamento do colégio. Ele comenta que não sabia que o café tinha sido descoberto no país pertencente ao continente Africano e solta um riso baixo e jovial, bem contido, em seguida me contando a história que conhecia sobre o descobrimento do dito cujo, que envolvia ovelhas. ─ Tenho que confessar, essa versão é muito mais legal. ─ Disse, sincera, assim que abrimos a porta da saída e colocamos o pé pra fora da escola, sentindo uma briza nos atingir bem na face. O dia estava muito bom e com um clima agradável, um tempo perfeito.
A caminhada se seguiu e paramos diante de um carro grande e preto, um volvo SUV imponente que se erguia alguns bons centímetros acima da maioria dos veículos ali presentes, que o rapaz me explicou que pertencia à sua mãe. ─ Pois ela tem muito bom gosto. ─ Comento, com honestidade. ─ Também gosto muito de carros grandes, embora os meus favoritos sejam maiores em largura… ─ Abro os braços, como se indicasse aquilo. ─ Do que eu altura. ─ Encosto a mão direita no teto do carro, por ser bem alta. ─ Meu sonho de consumo na verdade é um Plymouth Fury 1958, vermelho e conversível. ─ Conto a ele, meu desejo quase impossível, devido à raridade do carro, antes de abrir a porta e me sentar no banco do passageiro, ao seu lado.
(via andrew-edwards-rp)
May 5th 2013 · 13 notes
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Andrew concordou comigo e o pequeno trajeto restante até o Shopping Center foi silencioso, porém sem tensão. Eu tinha...
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Eu havia sugerido que sei lá, fossemos pra outro lugar, a cafeteria estaria muito cheia naquele horário, principalmente...
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